De que cor é a tristeza quando te bate a porta?
Quando te parece que ninguém se importa?
Quando no coração a solidão é faca que corta
E a dor, mais profunda do que se suporta?
Quando lança teus dias numa tormenta
Quando nada, nem ninguém te contenta...
Quando nem chão, nem mão te sustenta,
Quando a luz dos teus dias se ausenta?
Há apenas uma enorme tempestade.
E dentro do teu coração...
Tuas lágrimas...um rio depois da monção
Cataratas de vitória...retumbante trovão
Vendaval enfurecido, consternação...
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
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isto foi anteontem...!
ResponderEliminar...como eu adoro poesia
e como adoro ainda mais
o que se tem no dia a dia...
suspiros, sonhos perdidos,
anseios quase não queridos
mais que os viver, escondido
na vergonha do não ter.
chorar, não o viver...
respiro fundo, busco
olhar o caminho que me leva
até ti.
como chegar ao coração, à paz
anunciada desde sempre?
como ligar as nossas vidas,
como quem desliga um projector de um filme,
e sai pra rua e começa aí a história a sério?
mansamente. mansamente, devagar como
uma brisa. um sopro que me leva
sem dar conta
aos teus braços
finalmente sossegados.